Este artigo aborda impacto das tartarugas-verdes nas rochas plásticas da ilha da trindade de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Descoberta das plastistones na Ilha da Trindade
A descoberta das plastistones na Ilha da Trindade foi um achado surpreendente e preocupante. De acordo com um estudo publicado no Marine Pollution Bulletin, pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) identificaram um novo tipo de rocha feita de plástico na região. Essas rochas, chamadas de plastistones, são formadas a partir do aquecimento de resíduos de plástico, principalmente redes e cordas de pesca de polietileno (HDPE), que se fundem aos sedimentos naturais da ilha, como areia, conchas e rochas vulcânicas.
O primeiro registro dessas plastistones no Brasil foi feito no Parcel das Tartarugas, uma das praias da Ilha da Trindade, localizada a 1,1 mil quilômetros da costa do Espírito Santo. Mesmo sendo um local remoto e praticamente desabitado, a ilha é afetada pelo lixo marinho que chega tanto pelas correntes oceânicas quanto pelas atividades pesqueiras. As redes e cordas de pesca de plástico contribuem para a formação dessas rochas plásticas, trazendo preocupações ambientais.
Além disso, o estudo revelou que as tartarugas-verdes, espécie que desova na Ilha da Trindade, também têm um papel involuntário nesse processo. Ao cavar seus ninhos na areia, as tartarugas acabam desenterrando e reenterrando o plástico, misturando-o com a geologia da ilha. Isso aumenta as chances dos plásticos permanecerem no local, comprometendo a conservação da espécie e evidenciando a interação geológica do lixo com as rochas da ilha para as próximas gerações.
Influência das tartarugas-verdes no acúmulo de plástico
A presença das tartarugas-verdes na Ilha da Trindade tem um impacto significativo no acúmulo de plástico na região. De acordo com um estudo publicado no Marine Pollution Bulletin, pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) identificaram um novo tipo de rocha feita de plástico, conhecida como “plastistones”. Essas rochas se formam a partir do aquecimento de resíduos plásticos, como redes e cordas de pesca de polietileno, que se fundem aos sedimentos naturais da ilha, como areia, conchas e rochas vulcânicas.
O material plástico foi detectado pela primeira vez no Parcel das Tartarugas, uma das praias da Ilha da Trindade, que fica a 1,1 mil quilômetros da costa do Espírito Santo. Mesmo sendo uma região remota e desabitada, o lixo chega à ilha por meio das correntes marítimas e das atividades pesqueiras. Além disso, as tartarugas-verdes desempenham um papel crucial nesse processo de acumulação de plástico na ilha.
As tartarugas-verdes, que desovam na Ilha da Trindade e migram por todo o litoral brasileiro, acabam transportando detritos presos aos seus corpos. Ao cavar seus ninhos na areia, as tartarugas podem desenterrar e reenterrar o plástico, misturando o lixo humano com a geologia da ilha. Isso aumenta as chances dos plásticos permanecerem no local e compromete a conservação da espécie, além de apresentar sinais de interação geológica, tornando o plástico parte da história das rochas da ilha para as próximas gerações.
Consequências das rochas plásticas na geologia local
A descoberta de rochas plásticas na Ilha da Trindade trouxe à tona uma preocupação adicional em relação à geologia local. Essas rochas, conhecidas como "plastistones", são formadas a partir da fusão de resíduos de plástico, principalmente redes e cordas de pesca de polietileno, com os sedimentos naturais da ilha, como areia, conchas e rochas vulcânicas. Esse processo ocorre devido ao aquecimento desses materiais, resultando em uma nova forma de contaminação ambiental.
Além do impacto direto das atividades pesqueiras e das correntes marítimas, as tartarugas-verdes também desempenham um papel na propagação das rochas plásticas. Os ninhos dessas tartarugas, que são comuns na região, acabam se tornando locais propícios para o acúmulo de plástico. Como esses animais migram ao longo do litoral brasileiro, podem transportar detritos presos aos seus corpos e, ao cavar seus ninhos, acabam movimentando e misturando o plástico com a geologia da ilha.
Essa interação entre as tartarugas-verdes e as rochas plásticas não apenas compromete a conservação da espécie, mas também evidencia uma transformação geológica significativa. Os resíduos de plástico já estão apresentando sinais de interação com os minerais locais, como o enriquecimento por cálcio, tornando-se parte integrante da formação rochosa da Ilha da Trindade. Portanto, a presença dessas rochas plásticas não apenas representa um problema ambiental imediato, mas também impacta a geologia e a história natural da região para as gerações futuras.
Necessidade de ações para combater a poluição
A presença de rochas plásticas na Ilha da Trindade evidencia a urgência de ações para combater a poluição. Mesmo em um local remoto como este, a influência da atividade humana se faz presente, com o acúmulo de resíduos plásticos que se fundem aos sedimentos naturais da ilha.
Além disso, as tartarugas-verdes têm um papel involuntário nesse processo. Ao desovarem e migrarem pela região, esses animais acabam transportando detritos presos aos corpos e, ao cavar seus ninhos, reenterram o plástico, contribuindo para a formação das chamadas "plastistones". Esse ciclo de contaminação do ambiente marinho pela ação das tartarugas aumenta a necessidade de medidas efetivas para combater a poluição na região.
Para preservar a biodiversidade e a integridade ambiental da Ilha da Trindade, é fundamental adotar estratégias de conscientização, reciclagem e controle das atividades pesqueiras na região. A implementação de políticas de gestão de resíduos e a promoção de práticas sustentáveis são essenciais para mitigar os impactos da poluição e garantir a preservação desse ecossistema único.
Fonte: https://nautica.com.br

