Este artigo aborda veleiro fraternidade: conquista no ártico e escolta pelo cisne branco de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Conquista da Passagem Nordeste
Após conquistar a temida Passagem Nordeste, o veleiro-escola Fraternidade finalmente atracou em Ilhabela (SP) no dia 30 de janeiro, marcando o término de uma jornada desafiadora. A rota conecta os oceanos Atlântico e Pacífico pelo Ártico russo, e a conquista foi celebrada pela comunidade náutica local. Comandado pelo experiente navegador Aleixo Belov, de 83 anos, o Fraternidade está na reta final de uma circunavegação histórica iniciada em Salvador (BA) em 12 de abril de 2025.
A parada estratégica em Ilhabela permitiu o encontro simbólico entre o Fraternidade e o veleiro Cisne Branco, da Marinha do Brasil, que escoltou a embarcação durante todo o percurso rumo ao Rio de Janeiro. O fotógrafo e cinegrafista da expedição, Ádamo Mello, descreveu a sensação incrível de ver os dois veleiros lado a lado, navegando juntos ao amanhecer. O Fraternidade será homenageado pela Marinha do Brasil no próximo dia 11, em reconhecimento pela conquista da Passagem Nordeste, tornando-se a primeira embarcação de bandeira brasileira a completar a travessia pelo topo da Rússia.
A circunavegação por rotas extremas será concluída em Salvador, cidade onde a jornada teve início. A chegada do Fraternidade está prevista para o dia 28 de fevereiro, trazendo consigo histórias marcadas por desafios técnicos, longos períodos no mar e experiências culturais inesperadas. O fotógrafo Ádamo Mello destaca a experiência inacreditável da viagem, que vai além da navegação em si, incluindo a complexidade burocrática para cruzar águas controladas pelos russos e o contato caloroso com as comunidades locais ao longo do percurso.
Encontro em Ilhabela
Após a histórica conquista da Passagem Nordeste, o veleiro Fraternidade fez uma parada estratégica em Ilhabela (SP) no dia 30 de janeiro. O encontro com o veleiro Cisne Branco, da Marinha do Brasil, marcou a partida rumo ao Rio de Janeiro, em uma cena simbólica e celebrada pela comunidade náutica local.
Sob o comando do navegador Aleixo Belov, o Fraternidade encerra uma circunavegação histórica iniciada em Salvador (BA) em 2025. A parada em Ilhabela foi fundamental para abastecimento e para viabilizar o encontro com o Cisne Branco. O fotógrafo da expedição, Ádamo Mello, descreveu a sensação de ver os dois veleiros navegando lado a lado como incrível.
O encontro entre o Fraternidade e o Cisne Branco foi marcado por emoção e reconhecimento. Aleixo Belov e a tripulação serão oficialmente reconhecidos pela Marinha do Brasil pela conquista da Passagem Nordeste. A circunavegação por rotas extremas será concluída em Salvador, no dia 28 de fevereiro, trazendo consigo experiências únicas e histórias marcantes.
Experiência na Rússia
Durante a experiência na Rússia, o veleiro Fraternidade enfrentou desafios únicos e viveu momentos marcantes. A passagem pela temida Passagem Nordeste, que conecta os oceanos Atlântico e Pacífico pelo Ártico russo, foi um marco na trajetória da embarcação. A chegada em Ilhabela, onde foi recebido com festa e celebrações, marcou o início da etapa final da circunavegação histórica iniciada em Salvador em 2025.
O encontro simbólico com o veleiro Cisne Branco, da Marinha do Brasil, durante a navegação rumo ao Rio de Janeiro, trouxe ainda mais emoção e significado à jornada do Fraternidade. O fotógrafo Ádamo Mello, que acompanhou a expedição, destacou a importância desse momento histórico para a comunidade náutica e para o próprio navegador Aleixo Belov, que aos 83 anos comandou a embarcação com maestria.
Além dos desafios técnicos e das conquistas históricas, a experiência na Rússia também proporcionou ao Fraternidade e sua tripulação o contato com culturas locais e comunidades ao longo do percurso. Ádamo Mello ressaltou a hospitalidade e o calor humano dos russos, que surpreendeu a todos a bordo. A viagem não foi apenas uma aventura náutica, mas também uma oportunidade de troca cultural e aprendizado mútuo.
Desafios na Passagem Nordeste
A Passagem Nordeste, rota que conecta os oceanos Atlântico e Pacífico pelo Ártico russo, representou um dos maiores desafios enfrentados pelo veleiro Fraternidade durante sua circunavegação histórica. A travessia desse trecho foi marcada por condições climáticas extremas, com temperaturas geladas e icebergs representando obstáculos constantes no caminho.
Além dos desafios naturais, a Passagem Nordeste também exigiu habilidades técnicas e estratégicas por parte da tripulação do veleiro. A navegação em águas desconhecidas e pouco exploradas, aliada à necessidade de enfrentar possíveis tempestades e ventos fortes, tornou a passagem um verdadeiro teste de resistência e determinação para todos a bordo.
A conquista da Passagem Nordeste pelo Fraternidade não apenas marcou um marco na história da navegação brasileira, mas também abriu portas para novas possibilidades de exploração do Ártico por embarcações de bandeira brasileira. O feito inédito foi celebrado não apenas pela comunidade náutica local, mas também pela Marinha do Brasil, que reconheceu oficialmente a conquista em uma solenidade especial.
Cultura Polinésia
A cultura polinésia é rica e diversificada, sendo composta por um conjunto de tradições, costumes e práticas que são passadas de geração em geração. Originária da região da Polinésia, no Oceano Pacífico, essa cultura é marcada por sua ligação com o mar e a natureza.
Os polinésios são conhecidos por suas habilidades de navegação e construção de embarcações, utilizando técnicas tradicionais que foram desenvolvidas ao longo de séculos. Além disso, a cultura polinésia é caracterizada por sua música, dança, arte e culinária únicas, que refletem a conexão profunda do povo com a terra e o mar.
Atualmente, a cultura polinésia continua viva em diversas ilhas da região, sendo preservada e celebrada por meio de festivais, rituais e cerimônias. A dança havaiana, por exemplo, é uma forma de expressão artística que combina movimentos graciosos com cantos e percussão, transmitindo histórias e tradições do povo polinésio.
Legado de Aleixo Belov
O legado de Aleixo Belov na comunidade náutica é inquestionável. Aos 83 anos de idade, o navegador comandou o veleiro-escola Fraternidade em uma circunavegação histórica que teve início em Salvador (BA) no dia 12 de abril de 2025. Sua recente conquista da temida Passagem Nordeste, rota que conecta os oceanos Atlântico e Pacífico pelo Ártico russo, o tornou o primeiro brasileiro a completar essa travessia pelo topo da Rússia.
O encontro simbólico entre o Fraternidade e o veleiro Cisne Branco, da Marinha do Brasil, em Ilhabela (SP), marcou um momento único na história da navegação brasileira. A solenidade prevista para o dia 11 de março, onde Aleixo Belov e sua tripulação serão oficialmente reconhecidos pela Marinha, coroa a trajetória de sucesso e determinação desse experiente navegador.
Além das conquistas técnicas e históricas, a viagem do Fraternidade também proporcionou experiências culturais enriquecedoras. Ádamo Mello, fotógrafo e cinegrafista da expedição, destacou a hospitalidade e calor humano encontrados nas comunidades locais ao longo do percurso, quebrando estereótipos e estreitando laços entre povos distantes. O legado de Aleixo Belov transcende a navegação, deixando um exemplo de superação e integração entre diferentes culturas.
Fonte: https://nautica.com.br

