Barco Brasil na Globe 40: Vitória na 4ª etapa e desafios da competição

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Este artigo aborda barco brasil na globe 40: vitória na 4ª etapa e desafios da competição de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Desafios da Globe 40

A Globe 40 é uma competição desafiadora que exige muito dos velejadores, especialmente ao cruzar o Oceano Pacífico, passando pelo Ponto Nemo, o local mais isolado dos oceanos. Além disso, os competidores enfrentam uma série de desafios climáticos em alto-mar, o que torna a navegação ainda mais complexa e arriscada.

Durante a 4ª etapa da Globe 40, a equipe do Barco Brasil teve que lidar com contratempos, como o rasgo em uma das velas do veleiro, a corrosão de alguns cabos e problemas no radar. Mesmo assim, os velejadores brasileiros mantiveram um olhar estratégico, navegando de forma conservadora e mantendo uma distância segura do concorrente mais próximo.

Após a chegada em Valparaíso, no Chile, a equipe do Barco Brasil terá que realizar reparos no veleiro antes da próxima etapa, que se inicia em 18 de fevereiro. Os desafios da Globe 40 são intensos, testando a resistência, habilidade e estratégia dos competidores ao longo de toda a regata.

Vitória na categoria Sharp

O Barco Brasil, único time brasileiro na regata de volta ao mundo Globe 40 2025/2026, conquistou a vitória na categoria Sharp na 4ª etapa da competição. Sob os comandos dos brasileiros José Guilherme Caldas e Luiz Bolina, o Barco Brasil foi o primeiro barco de ponta fina a cruzar a linha de chegada em Valparaiso, no Chile, após saírem de Sydney, na Austrália, em 1° de janeiro de 2026.

Com essa vitória, o Barco Brasil se consolidou na 1ª posição entre os barcos de ponta fina e no 3º lugar da classificação geral. Ao longo das quatro etapas mais um prólogo, o Barco Brasil conquistou três vitórias na categoria Sharp. Agora, restam apenas duas etapas da Globe 40 para a conclusão da competição.

Para alcançar essa vitória, a dupla brasileira enfrentou diversos desafios climáticos em alto-mar, incluindo passar pelo Ponto Nemo, o local mais isolado dos oceanos. Mesmo com contratempos como o rasgo de uma vela, corrosão de cabos e problemas no radar, José e Luiz conseguiram manter a liderança adotando uma estratégia de navegação conservadora.

Clima desafiador no Oceano Pacífico

Cruzar o Oceano Pacífico da Austrália até o Chile envolve passar pelo Ponto Nemo, o local mais isolado dos oceanos, e enfrentar uma série de desafios climáticos em alto-mar. Apesar disso, a dupla brasileira atingiu o Ponto Nemo no último dia 17 e seguiu firme e forte sem cair na colocação que estavam.

No processo, uma das velas do veleiro rasgou, alguns cabos foram corroídos e o radar chegou a entrar em pane. A dupla, então, manteve olhar estratégico para navegar a uma distância segura do concorrente mais próximo e adotou um estilo de navegação mais conservador — o que, pelo resultado, pudemos ver que deu certo.

Brasileiros em celebração

O Barco Brasil, único time brasileiro na regata de volta ao mundo Globe 40 2025/2026, conquistou a vitória na 4ª etapa da competição, chegando em Valparaíso, no Chile, na primeira posição da categoria Sharp. A equipe brasileira, formada por José Guilherme Caldas e Luiz Bolina, foi o terceiro barco a cruzar a linha de chegada após sair de Sydney, na Austrália, em 1° de janeiro de 2026.

Com essa vitória, o Barco Brasil se consolidou na liderança entre os barcos de ponta fina e ocupa o terceiro lugar na classificação geral. Foram três vitórias na categoria em quatro etapas, demonstrando o excelente desempenho da equipe brasileira.

Além do sucesso na competição, os brasileiros também tiveram motivos para celebrar a conclusão de outro grande desafio em alto-mar: Theodora Prado finalizou a regata Cape2Rio em solitário, entrando para a história. José e Luiz parabenizaram publicamente Theodora, destacando a dificuldade de atravessar um oceano com tripulação reduzida.

Classificação atual da competição

O Barco Brasil, único time brasileiro na regata de volta ao mundo Globe 40 2025/2026, está atualmente na 3ª posição da classificação geral. Após cruzar a linha de chegada em Valparaiso, no Chile, na 4ª etapa da competição, o Barco Brasil conquistou o primeiro lugar na categoria Sharp, reservada para barcos de ponta fina. Foram 27 dias, 8 horas e 2 minutos de navegação desde a saída de Sydney, na Austrália, em 1° de janeiro de 2026.

Com esta vitória na 4ª etapa, o Barco Brasil se consolida como líder na categoria Sharp e mantém a 3ª posição na classificação geral. Até o momento, o time brasileiro venceu três das quatro etapas disputadas, além do prólogo. Restam ainda duas etapas para a conclusão da Globe 40, com a próxima pernada saindo de Valparaíso com destino a Recife, no Brasil, em 18 de fevereiro.

A competição tem se mostrado desafiadora, com a travessia do Oceano Pacífico e enfrentando adversidades climáticas em alto-mar. Mesmo com contratempos, como o rasgo de uma vela, corrosão de cabos e problemas no radar, a dupla brasileira José Guilherme Caldas e Luiz Bolina se manteve estratégica e conservadora, garantindo a boa colocação até o momento. Agora, em terra firme, a equipe se prepara para os reparos necessários no Barco Brasil antes da próxima etapa.

Curiosidades sobre a Globe 40

A Globe 40 é uma regata de volta ao mundo que desafia velejadores de todo o mundo. Nesta competição, os participantes enfrentam perigosos desafios em alto-mar, como ventos fortes, ondas gigantes e condições climáticas extremas.

Com percursos que cruzam oceanos e passam por locais remotos, os competidores da Globe 40 precisam estar preparados para lidar com imprevistos e desafios técnicos. Além disso, a competição exige estratégia e habilidade dos velejadores para alcançar o sucesso.

Durante a Globe 40, os velejadores enfrentam longas jornadas no mar, lidando com a solidão, a fadiga e a incerteza. A competição é uma verdadeira prova de resistência e determinação, que testa os limites físicos e mentais dos participantes.

Fonte: https://nautica.com.br