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Donzela-real: Impactos da espécie invasora no litoral paulista

Donzelas-reais encontradas no litoral de São Paulo. Foto: Instagram @familiamergulho e @terradag...

Este artigo aborda donzela-real: impactos da espécie invasora no litoral paulista de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Introdução da donzela-real no litoral paulista

A introdução da donzela-real no litoral paulista representa um alerta para o ecossistema marinho. Originária do Indo-Pacífico, essa espécie invasora tem se adaptado e se reproduzido nas águas paulistas, sendo conhecida por sua agressividade territorial e formação de grandes cardumes.

Descrita pela primeira vez em 1865 pelo especialista holandês Pieter Bleeker, a donzela-real só foi registrada em águas brasileiras em 2023. Desde então, tem sido identificada em ilhas costeiras como a Ilha da Queimada Grande, o Parque Estadual Marinho da Laje de Santos e a Estação Ecológica Tupinambás, no Arquipélago de Alcatrazes. Com um comportamento territorial e agressivo, essa espécie pode representar uma ameaça para a fauna nativa, disputando espaço e recursos.

A presença da donzela-real no litoral paulista ainda está sendo avaliada, mas já se observa a formação de pequenos cardumes. A competição por recursos é uma das principais preocupações dos especialistas, que defendem a necessidade de um monitoramento contínuo para compreender o impacto dessa invasão ao longo dos anos. Estabelecida em recifes de coral, essa espécie pode alterar a dinâmica populacional do local, como já foi observado no Golfo do México.

Comportamento territorial e agressivo da espécie

A donzela-real, espécie invasora no litoral paulista, é conhecida por seu comportamento territorial e agressivo, o que representa um sério impacto no ecossistema marinho. Originária do Indo-Pacífico, essa espécie se reproduz e se adapta rapidamente em corais, formando grandes cardumes. Essa agressividade territorial é uma característica natural do peixe, que defende seu local de desova de forma feroz contra outras espécies, conforme explicou o biólogo Eric Cormin.

A presença das donzelas-reais já foi confirmada em ilhas costeiras como a Ilha da Queimada Grande e o Parque Estadual Marinho da Laje de Santos. Quanto mais espaço elas têm, mais perigoso fica o ambiente marinho, uma vez que disputam recursos com espécies nativas. A competição por recursos é a principal preocupação dos especialistas, que ainda estão avaliando os impactos no ecossistema marinho causados pelos pequenos cardumes.

Para o biólogo Eric Cormin, é essencial realizar um monitoramento contínuo para avaliar se a espécie está se estabelecendo com sucesso na região. Além disso, é necessário um levantamento amplo para mensurar o impacto da invasão ao longo dos anos. A presença da donzela-real em recifes de coral pode alterar a dinâmica populacional do local, como já observado no Golfo do México, onde a espécie está estabelecida desde 2013.

Impactos no ecossistema marinho

A presença da donzela-real no litoral paulista tem gerado impactos significativos no ecossistema marinho local. Essa espécie invasora, conhecida por sua agressividade territorial e formação de grandes cardumes, está se adaptando e se reproduzindo nas águas brasileiras, representando uma ameaça para a biodiversidade local.

A espécie foi confirmada em ilhas costeiras como a Ilha da Queimada Grande, o Parque Estadual Marinho da Laje de Santos e a Estação Ecológica Tupinambás, no Arquipélago de Alcatrazes. Comportando-se de forma territorial e agressiva, as donzelas-reais acabam competindo por espaço com as espécies nativas, podendo provocar desequilíbrios no ecossistema marinho.

Embora os impactos ainda estejam sendo avaliados, a competição por recursos é a principal preocupação dos especialistas. O biólogo Eric Cormin ressaltou a importância de um monitoramento contínuo para acompanhar a proliferação e estabelecimento da espécie na região, além da necessidade de um levantamento amplo para mensurar o impacto ao longo dos anos. A presença da donzela-real em recifes de coral pode alterar a dinâmica populacional local, evidenciando a gravidade do problema.

Estabelecimento da donzela-real em diferentes regiões

A donzela-real, espécie invasora originária do Indo-Pacífico, já está se estabelecendo em diferentes regiões do litoral paulista, representando um alerta para o ecossistema marinho local. Conhecida por sua agressividade territorial e formação de grandes cardumes, a espécie foi descrita pela primeira vez em 1865, por Pieter Bleeker, e registrada em águas brasileiras apenas em 2023.

Pesquisadores confirmaram a presença das donzelas-reais em ilhas costeiras como a Ilha da Queimada Grande, o Parque Estadual Marinho da Laje de Santos e a Estação Ecológica Tupinambás, no Arquipélago de Alcatrazes. Com um comportamento territorial e agressivo, o peixe defende seu local de desova ferozmente contra outras espécies, o que pode causar disputas por espaço com os seres nativos.

Ainda em fase de avaliação, os impactos da presença das donzelas-reais no ecossistema marinho são monitorados por especialistas. A competição por recursos é a principal preocupação, e o estabelecimento da espécie em recifes de coral pode alterar a dinâmica populacional local. A necessidade de um monitoramento contínuo e de um levantamento amplo para mensurar o impacto da invasão ao longo dos anos é evidente, considerando a capacidade reprodutiva e agressividade territorial da espécie.

Hipóteses sobre a chegada da espécie ao litoral paulista

A chegada da espécie invasora donzela-real ao litoral paulista levanta questionamentos sobre como ela conseguiu alcançar essa região. De acordo com especialistas, a espécie é nativa do Indo-Pacífico e já foi descrita há mais de um século, porém só foi registrada em águas brasileiras recentemente, no ano de 2023.

Os pesquisadores identificaram a presença das donzelas-reais em ilhas costeiras como a Ilha da Queimada Grande, o Parque Estadual Marinho da Laje de Santos e a Estação Ecológica Tupinambás, no Arquipélago de Alcatrazes. A espécie, conhecida por seu comportamento territorial agressivo, está se adaptando ao ambiente marinho e competindo por recursos com as espécies nativas.

Ainda em fase de avaliação sobre os impactos no ecossistema, os especialistas ressaltam a importância de monitorar continuamente a reprodução e estabelecimento das donzelas-reais na região. É necessário realizar um amplo levantamento para mensurar o impacto a longo prazo dessa invasão, já que a presença da espécie em recifes de coral pode alterar a dinâmica populacional local.

Características físicas e distribuição da donzela-real

A donzela-real (Neopomacentrus cyanomos) é um peixe nativo do Indo-Pacífico que está se adaptando e se reproduzindo no litoral paulista, tornando-se uma espécie invasora preocupante para o ecossistema marinho da região. Descrita pela primeira vez em 1865 pelo especialista holandês Pieter Bleeker, a espécie só foi registrada em águas brasileiras em 2023, o que a torna relativamente recente em termos científicos.

Com características que incluem agressividade territorial, formação de grandes cardumes e comportamento territorial, a donzela-real foi confirmada em ilhas costeiras como a Ilha da Queimada Grande, o Parque Estadual Marinho da Laje de Santos e a Estação Ecológica Tupinambás, no Arquipélago de Alcatrazes. A espécie está se estabelecendo em recifes de coral, o que pode alterar a dinâmica populacional do local e gerar competição por recursos com espécies nativas.

A presença da donzela-real no litoral paulista está sendo monitorada por pesquisadores, que buscam avaliar os impactos da invasão ao longo do tempo. Embora ainda haja dúvidas sobre o alcance dos danos causados pela espécie, é evidente que a competição por recursos e o comportamento agressivo representam desafios para a preservação do ecossistema marinho na região.

Fonte: https://nautica.com.br

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