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Navio brasileiro afundado por alemães na 2ª Guerra é encontrado no litoral de SP

Navio Tutoya, antes de ser afundado na Segunda Guerra Mundial. Foto: Naufrágios do Brasil/ Repro...

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Descoberta do Navio Tutoya

Um pedaço da Segunda Guerra Mundial foi encontrado nas profundezas do litoral de São Paulo — na verdade, nem tão fundo assim. O navio Tutoya, afundado por um submarino alemão durante os conflitos em julho de 1943, foi descoberto a 21 metros de profundidade, entre as cidades de Peruíbe e Iguape.

No entanto, se engana quem pensa que esse achado aconteceu por acaso. Após conhecer a história do navio, Tatiana Mello, instrutora de mergulho, turismóloga e especialista em naufrágios, acionou um grupo de mergulhadores para a missão de caçar o Tutoya — mas ainda faltavam várias informações.

Pensando nisso, Mello entrou em contato com o marinheiro Clayton Aloise para saber mais dados sobre o navio. Ele, então, conversou com pescadores, colheu algumas informações e, junto à equipe de Tatiana, partiu da Serra do Guaraú, em Peruíbe, para desvendar esse mistério. O começo da busca exigiu resiliência. Foram mais de duas horas sem qualquer novidade no sonar (tecnologia utilizada para detectar objetos debaixo d’água pelo som). As coordenadas citadas pelos pescadores não levavam até o navio, mas um relevo diferente no fundo do mar chamou atenção, fazendo brotar a semente da esperança.

A Missão de Busca

Após a descoberta da localização do navio Tutoya, afundado por um submarino alemão durante a Segunda Guerra Mundial, uma missão de busca foi organizada para confirmar a identidade da embarcação. A instrutora de mergulho Tatiana Mello, juntamente com um grupo de mergulhadores, empreendeu a jornada para encontrar os destroços.

Para iniciar a busca, Tatiana Mello contou com a ajuda do marinheiro Clayton Aloise, que forneceu informações cruciais sobre o navio. Após conversar com pescadores da região e obter mais dados, a equipe partiu da Serra do Guaraú, em Peruíbe, em direção ao local do naufrágio. No entanto, as primeiras horas de busca foram desafiadoras, com o sonar não detectando nada e as coordenadas iniciais não levando ao navio.

Apesar das dificuldades iniciais, a persistência da equipe foi recompensada. Um relevo peculiar no fundo do mar despertou a atenção dos mergulhadores, que decidiram explorar a região. Com a confirmação de que estavam no local correto, a equipe conseguiu mergulhar e documentar os destroços do Tutoya. A descoberta foi oficialmente confirmada em 26 de dezembro de 2025, revelando um verdadeiro "museu congelado" da Segunda Guerra Mundial.

Detalhes Técnicos

O navio brasileiro Tutoya, afundado por um submarino alemão durante a Segunda Guerra Mundial em julho de 1943, foi descoberto a 21 metros de profundidade no litoral de São Paulo, entre as cidades de Peruíbe e Iguape. O achado não foi por acaso, mas fruto de uma missão liderada por Tatiana Mello, instrutora de mergulho e especialista em naufrágios, que reuniu um grupo de mergulhadores para encontrar o navio.

Para localizar o Tutoya, a equipe contou com a ajuda do marinheiro Clayton Aloise, que obteve informações junto a pescadores locais. Após horas de busca com o sonar, o grupo identificou um relevo diferente no fundo do mar, que despertou a esperança de estarem próximos do navio. Com as informações técnicas necessárias, os mergulhadores se lançaram nas águas e confirmaram a localização do navio.

A descoberta do Tutoya, em 26 de dezembro de 2025, revelou que o navio está bem preservado desde o naufrágio, tornando-se um verdadeiro 'museu congelado' da Segunda Guerra Mundial. A profundidade relativamente rasa, de 21 metros, permite que mais mergulhadores tenham acesso aos destroços. Nenhum objeto foi retirado do local, mantendo a integridade histórica do navio afundado durante a Batalha do Atlântico.

O Achado como Museu Congelado

O navio Tutoya, afundado por um submarino alemão durante a Segunda Guerra Mundial em julho de 1943, foi encontrado a 21 metros de profundidade, entre as cidades de Peruíbe e Iguape, no litoral de São Paulo. Esse achado não foi por acaso, mas sim fruto de uma busca meticulosa realizada por uma equipe de mergulhadores liderada por Tatiana Mello, instrutora de mergulho, turismóloga e especialista em naufrágios.

Após obter informações sobre a história do navio, Tatiana Mello e sua equipe partiram em busca do Tutoya. Foram horas de busca no mar até que um relevo diferente no fundo do oceano chamou a atenção dos mergulhadores. Com equipamentos apropriados, eles mergulharam e confirmaram que estavam diante dos destroços do navio afundado durante a Segunda Guerra.

O Tutoya foi encontrado praticamente intacto desde o naufrágio, o que o torna como um verdadeiro 'museu congelado' da Segunda Guerra Mundial. Nada foi retirado do local, o que proporciona uma experiência única aos mergulhadores que podem contemplar a história preservada no fundo do mar. Este achado é como uma viagem no tempo, possibilitando que as pessoas se conectem com um período histórico marcante.

A História do Navio Tutoya

O navio Tutoya, afundado por um submarino alemão durante os conflitos da Segunda Guerra Mundial em julho de 1943, foi encontrado a 21 metros de profundidade, entre as cidades de Peruíbe e Iguape, no litoral de São Paulo. Esse importante achado não ocorreu por acaso, mas sim após uma extensa pesquisa e investigação liderada por Tatiana Mello, instrutora de mergulho, turismóloga e especialista em naufrágios.

Após conhecer a história do navio, Mello acionou um grupo de mergulhadores para a missão de localizar o Tutoya. Com a ajuda do marinheiro Clayton Aloise e informações colhidas com pescadores locais, a equipe partiu da Serra do Guaraú, em Peruíbe, em busca desse mistério. Após mais de duas horas de busca, o sonar detectou um relevo diferente no fundo do mar que chamou a atenção da equipe, levando-os a mergulhar e confirmar que estavam no local do naufrágio.

O navio Tutoya foi finalmente encontrado em 26 de dezembro de 2025, a uma profundidade relativamente rasa de 21 metros. Para surpresa dos pesquisadores, o navio encontra-se praticamente intacto desde o seu naufrágio, transformando-o em um verdadeiro 'museu congelado' da Segunda Guerra Mundial. Nada foi retirado do fundo, o que permite aos mergulhadores uma experiência única de viajar no tempo e explorar os destroços do navio.

A Batalha do Atlântico

Antes de ser chamado de Tutoya, o navio foi batizado de Mitcham em 1913, ano de sua construção na Inglaterra. Dez anos depois, foi vendido para o Brasil e rebatizado em homenagem à cidade de Tutóia, no Maranhão. Durante a Segunda Guerra Mundial, o Tutoya foi afundado por um submarino alemão em um dos episódios da Batalha do Atlântico, que foi uma das campanhas mais longas e significativas do conflito, envolvendo navios de guerra e submarinos na tentativa de controlar as rotas marítimas.

O Ataque e o Naufrágio

O navio brasileiro Tutoya foi atacado e afundado por um submarino alemão durante a Segunda Guerra Mundial, em julho de 1943. O naufrágio aconteceu a 21 metros de profundidade, entre as cidades de Peruíbe e Iguape, no litoral de São Paulo.

A descoberta do navio não foi por acaso. Tatiana Mello, instrutora de mergulho e especialista em naufrágios, reuniu um grupo de mergulhadores para a missão de localizar o Tutoya. Com a ajuda do marinheiro Clayton Aloise, que colheu informações com pescadores locais, a equipe partiu da Serra do Guaraú, em Peruíbe, em busca do navio perdido.

Após mais de duas horas de busca, o grupo se deparou com um relevo diferente no fundo do mar, que chamou a atenção e levou à descoberta do Tutoya. Os mergulhadores confirmaram a identidade do navio pelas medidas e características técnicas correspondentes. O naufrágio foi encontrado a uma profundidade relativamente rasa de 21 metros, permitindo que mais mergulhadores possam contemplar os destroços.

Fonte: https://nautica.com.br

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