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Portos do Amazonas: prioridade federal e tratamento Emergencial

Notícias do Setor

Este artigo aborda portos do amazonas: prioridade federal e tratamento emergencial de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.

Situação crítica dos portos do Amazonas

A situação dos portos do Amazonas é crítica e exige uma solução imediata, conforme alertou o deputado Comandante Dan (Podemos). Responsáveis pelo transporte fluvial, essas instalações portuárias estão em estado de emergência desde janeiro de 2025. Com 33 portos de pequeno porte no interior do estado e no Porto do São Raimundo, em Manaus, a situação se agrava devido à falta de manutenção e aos impactos da seca extrema dos anos de 2023 e 2024.

A Portaria nº 366/2025 do DNIT ratificou a declaração da situação de emergência em diversas instalações portuárias públicas de pequeno porte no Amazonas, Rondônia e Roraima. Com contratos de operação, manutenção e regularização encerrados, as estruturas estão em risco de desabamento e deterioração. O Ministério Público Federal cobrou ações do DNIT para resolver a situação, que é agravada pela falta de manutenção e pela inoperância de vários portos.

Diante desse cenário preocupante, é fundamental que os portos do Amazonas se tornem uma prioridade federal e recebam tratamento emergencial. Com a população local dependendo do transporte fluvial para suas atividades diárias, a precariedade das instalações coloca em risco a vida das pessoas e a integridade da carga transportada. É necessário que medidas urgentes sejam tomadas para garantir a segurança e a eficiência desses portos vitais para a região.

Portaria nº 366/2025 – DNIT RATIFICA

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Vulnerabilidade das instalações portuárias

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Insuficiência estrutural e operacional dos portos

A situação dos portos do Amazonas é preocupante devido à insuficiência estrutural e operacional dessas instalações. De acordo com o deputado Comandante Dan, responsável pela declaração da situação de emergência, 33 portos de pequeno porte no interior do estado e no Porto do São Raimundo, em Manaus, estão sob a vigência da Portaria n° 366, de 16 de janeiro de 2025, do DNIT, colocando-os em uma situação crítica.

Esses portos enfrentam problemas como falta de manutenção, riscos de desabamentos, deterioração de infraestruturas e inoperância devido ao encerramento de contratos de manutenção. A seca extrema dos anos de 2023 e 2024 também contribuiu para a precarização dessas estruturas. A falta de investimento e de ações emergenciais coloca em risco a segurança das pessoas que utilizam o transporte fluvial como principal meio de deslocamento de passageiros e cargas na região.

Diante desse cenário, é urgente que os portos do Amazonas recebam atenção prioritária do governo federal e sejam alvo de tratamento emergencial. Medidas efetivas precisam ser tomadas para garantir a segurança e a eficiência dessas instalações portuárias, essenciais para o transporte e a economia da região. A situação dos portos do Amazonas exige uma ação imediata e eficaz para resolver os problemas estruturais e operacionais que afetam diretamente a população local e a logística da região.

Investimentos do Governo Federal nos portos

O deputado Comandante Dan (Podemos) ressaltou a urgência de uma solução imediata para os portos do Amazonas, destacando a necessidade de prioridade federal e tratamento emergencial. Segundo ele, 33 instalações portuárias de pequeno porte no estado, incluindo o Porto do São Raimundo em Manaus, estão em situação crítica desde janeiro de 2025, conforme a Portaria nº 366 do DNIT.

A Portaria ratifica a declaração da situação de emergência em diversas instalações portuárias públicas localizadas em municípios do Amazonas, Rondônia e Roraima. A falta de manutenção adequada, impactos da seca e o encerramento de contratos contribuíram para a precarização das estruturas, levando o MPF a cobrar ações do DNIT. Relatos apontam sérios riscos de desabamentos e deterioração das infraestruturas, com vários portos inoperantes.

Recentemente, o DNIT entregou uma nova Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte em Envira, às margens do Rio Tarauacá, como parte dos esforços para melhorar a logística local. No entanto, a situação dos demais portos ainda requer atenção urgente e investimentos do Governo Federal para garantir o pleno funcionamento e a segurança das operações portuárias na região.

Fonte: https://portaldanavegacao.com

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