Regata Buenos Aires-Rio: a Emoção de uma Disputa Clássica

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Participação Brasileira na Regata

A participação brasileira na Regata Buenos Aires-Rio deste ano será representada pela embarcação Aries III, que curiosamente é de origem argentina. Comandada por Marcos Soares Pereira, a tripulação eclética tem como objetivo concluir a regata, que é uma das mais desafiadoras da América Latina.

O percurso da regata, que tem 1.200 milhas náuticas de extensão, acontece a cada três anos desde 1947, ligando as cidades de Buenos Aires, na Argentina, e Rio de Janeiro, no Brasil. Marcos Soares estará na 3ª tentativa de finalizar a regata, sendo que em duas ocasiões anteriores enfrentou dificuldades que impediram a conclusão do percurso.

O Aries III competirá na classe ORC e se destaca por ser um barco clássico com um design orgânico e linhas preservadas ao longo dos anos. Apesar de seu peso de 12 toneladas, mais do que o dobro de embarcações modernas, Marcos Soares destaca a experiência única de velejar a bordo do Aries III, comparando-a a dirigir um Cadillac, com a necessidade de passar marchas manualmente.

Desafios do Percurso

A regata Buenos Aires-Rio é conhecida por seus desafios ao longo do percurso de 1.200 milhas náuticas, que equivalem a quase 2 mil km. A rota entre as cidades de Buenos Aires, na Argentina, e Rio de Janeiro, no Brasil, apresenta condições adversas, como ventos contrários, correntes contrárias e mar agitado. Esses obstáculos tornam a competição ainda mais desafiadora para os velejadores.

O comandante Marcos Soares Pereira, à frente do Aries III, estará participando pela terceira vez da regata, sendo a segunda tentativa a bordo desse clássico barco. Em suas experiências anteriores, Marcos enfrentou problemas técnicos que impediram a conclusão da competição, como o rasgo das velas em uma regata anterior e a quebra de um fuzil em outra tentativa. Esses imprevistos mostram a imprevisibilidade e a exigência do percurso da Buenos Aires-Rio.

O Aries III, barco argentino da classe ORC, é conhecido por sua mistura de tradição e modernidade. Construído na Argentina e batizado originalmente como Recruta 2, o barco mantém suas linhas clássicas e design orgânico, proporcionando uma experiência única aos velejadores. Apesar de seu peso de 12 toneladas, mais do que o dobro de embarcações modernas, o Aries III é valorizado por sua história e desafios que impõe aos competidores.

A História do Aries III

O Aries III é uma das embarcações mais emblemáticas da regata Buenos Aires-Rio. Trata-se de um clássico German Frers de 1970, com uma história rica e cheia de desafios. Comandado por Marcos Soares Pereira, o Aries III tem como missão concluir mais uma edição dessa disputa clássica.

O percurso desafiador de 1.200 milhas náuticas entre Buenos Aires e Rio de Janeiro é um verdadeiro teste de resistência para o Aries III. O barco, que já participou da regata em outras ocasiões, carrega consigo a determinação de sua tripulação multigeracional e o desejo de realizar um sonho de infância do capitão Marcos Soares.

Construído originalmente na Argentina como Recruta 2, o Aries III destaca-se por suas linhas clássicas e design orgânico. Mesmo após diversas modificações, o barco mantém sua essência e personalidade únicas. Com 12 toneladas de peso, o Aries III pode não ser o mais moderno em termos de tecnologia, mas certamente carrega consigo uma história rica e uma alma que o tornam um competidor respeitável na regata Buenos Aires-Rio.

Tripulação Multigeracional

A mistura de gerações a bordo do Aries III durante a Regata Buenos Aires-Rio é um dos pontos marcantes da equipe. Comandada por Marcos Soares Pereira, a tripulação é formada por uma combinação de experiência e juventude, tornando o ambiente a bordo ainda mais diversificado.

Com velejadores de diferentes idades e vivências, a tripulação multigeracional do Aries III traz consigo uma riqueza de conhecimento e habilidades únicas. Enquanto os mais experientes compartilham suas histórias e estratégias de regata, os mais jovens trazem energia e entusiasmo para a competição.

Essa combinação de gerações a bordo do Aries III não só fortalece o espírito de equipe, mas também contribui para o aprendizado mútuo entre os tripulantes. A troca de experiências e a união de diferentes perspectivas enriquecem a regata e tornam cada desafio enfrentado durante a travessia ainda mais significativo.

Fonte: https://nautica.com.br