Este artigo aborda velejadores da mini globe race: desafios e conquistas de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Aventura de 24 mil milhas náuticas
A Mini Globe Race é uma aventura desafiadora que cobre mais de 24 mil milhas náuticas ao longo de 300 dias de vento e mar. Onze veleiros da Classe 5,80 participaram da regata de volta ao mundo solitária, partindo da região das ilhas Antígua e Barbuda. Os velejadores construíram seus próprios barcos artesanais de apenas 5,80 metros de comprimento para enfrentar essa jornada.
Durante a competição, os velejadores enfrentaram desafios em diversos trechos do percurso, incluindo o Canal do Panamá, Oceano Pacífico, Oceano Ártico e outras regiões. A média de velocidade dos minibarcos foi de 134 milhas náuticas por dia, atingindo cerca de 5,5 nós (10 km/h). Esses números impressionantes mostram a resistência e a habilidade dos velejadores ao enfrentar o vasto oceano em barcos pequenos e artesanais.
A reta final da competição foi marcada por turbulências, com velejadores enfrentando desafios como a calmaria em Robben Island e algas gigantes presas nas quilhas dos barcos. Além disso, a chegada à ilha de Santa Helena não foi tranquila devido ao fundo marinho difícil para ancorar, resultando em alguns barcos tendo que garrear até encontrar uma posição segura de ancoragem.
Desafios e turbulências
A Mini Globe Race é uma competição que desafia os velejadores em diversos aspectos, e os desafios e turbulências enfrentados ao longo da competição são parte fundamental dessa jornada. Mesmo com um percurso de mais de 28 mil milhas náuticas, a velocidade dos minibarcos impressiona, alcançando uma média de 134 milhas náuticas por dia em 5,5 nós. Esses números são ainda mais surpreendentes considerando que os barcos são construídos manualmente, com apenas 5,80 metros de comprimento.
No entanto, nem tudo são marés calmas nessa competição. Durante a etapa rumo a Santa Helena, saindo da Cidade do Cabo, na África do Sul, os competidores enfrentaram desafios significativos. O velejador britânico Keri Harri, por exemplo, optou por não utilizar o motor elétrico permitido pela regata e acabou ficando preso na calmaria de Robben Island, perdendo posições na competição. Além disso, tanto Jasmine Harrison quanto Christian Sauer tiveram que lidar com algas gigantes presas em suas quilhas, o que exigiu manobras arriscadas de limpeza em alto-mar.
Mesmo ao chegar em Santa Helena, os velejadores ainda enfrentaram dificuldades, como o fundo marinho difícil para ancorar. Dois barcos da frota precisaram garrear para conseguir ancorar de forma segura. Esses desafios não apenas testam a habilidade dos navegantes, mas também ressaltam a imprevisibilidade e a intensidade das condições enfrentadas em uma competição como a Mini Globe Race.
Pausa em Recife
Após percorrerem uma longa jornada pelo mar, os velejadores da Mini Globe Race fizeram uma merecida pausa em Recife. A Recife Marina foi o local escolhido para os navegantes descansarem durante sete dias, aproveitando o clima de Carnaval pernambucano. A marina foi a última parada antes da reta final da competição, onde os velejadores puderam recarregar as energias e se preparar para os desafios que ainda estavam por vir.
Durante a pausa em Recife, os velejadores tiveram a oportunidade de realizar manutenções em seus barcos, descansar e se conectar com outros competidores. Além disso, puderam explorar as belezas e a cultura da cidade, conhecendo um pouco mais sobre o Nordeste brasileiro. A parada em Recife também foi um momento de celebração, onde os velejadores compartilharam histórias e experiências vividas ao longo da competição.
Após o período de descanso em Recife, os velejadores da Mini Globe Race seguiram rumo ao próximo desafio da regata, enfrentando novas aventuras e superando obstáculos pelo caminho. A pausa em Recife foi um momento crucial para recarregar as energias e se preparar para a emocionante reta final da competição, que prometia testar ainda mais a determinação e habilidade dos navegantes.
Sprint final e prioridades
O sprint final da Mini Globe Race tem sido marcado por desafios e adversidades para os velejadores. Após a parada em Santa Helena, os navegantes enfrentaram dificuldades desde a largada rumo à Recife Marina. Algas gigantes presas na quilha dos barcos e problemas mecânicos foram apenas alguns dos obstáculos enfrentados durante a reta final da competição.
Keri Harri, a bordo do barco Origami, optou por não utilizar o motor elétrico permitido pela regata e acabou ficando preso na calmaria de Robben Island, perdendo posições na classificação. Jasmine Harrison e Christian Sauer tiveram que lidar com algas presas nas embarcações, exigindo mergulhos arriscados em alto-mar para limpeza. Harrison, inclusive, teve que assumir o leme manualmente após uma falha no sistema automático.
Além disso, a chegada em Santa Helena também apresentou desafios, com o fundo marinho da ilha tornando a ancoragem complicada. Dois barcos da frota tiveram que garrear a âncora para garantir a segurança da embarcação. Mesmo com os contratempos, os velejadores demonstram resiliência e determinação para superar os desafios e concluir a Mini Globe Race com êxito.
Fonte: https://nautica.com.br

